Publicidade

A queda da taxa de juros é uma ótima notícia, que cria as melhores condições para que a economia nacional comece a melhorar já a partir de 2018. Afinal, com os juros mais baixos, o crédito fica menos oneroso para as empresas e para as pessoas que buscam dinheiro emprestado para seus investimentos. Assim, haverá mais dinheiro circulando, o que fará com que a economia brasileira volte a crescer e que a situação do país comece a melhorar em todos os segmentos, inclusive o imobiliário.  

Vale considerar que, com os juros mais baixos, ficará mais fácil para os mutuários pagarem os financiamentos de imóveis. Com isso, o mercado de novos e de usados deve se aquecer bastante.

Para aproveitar o bom momento, é fundamental que o corretor entenda com clareza o caminho que a economia está tomando e como ele pode levar à realização de ótimos negócios. Portanto, confira neste artigo tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

Inflação controlada e queda da taxa de juros

O ano começou bem para a economia brasileira. Já no segundo dia de 2018, o presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, anunciou duas ótimas notícias, que exercerão influência direta sobre os indicativos de desenvolvimento econômico e, consequentemente, sobre o mercado imobiliário. A primeira diz respeito ao controle da inflação, que fechou 2017 em 2,94% — abaixo do piso de 3% estabelecido na meta do ano. A segunda indicou a possibilidade de redução da Taxa Selic para níveis ainda mais baixos do que os atuais 7% ao ano, que representam a menor da série histórica.

A expectativa do mercado é de que, já no início de fevereiro, a Selic chegue a 6,75% ao ano, podendo ser reduzida ainda mais até o final de 2018.

Com inflação mais baixa, fica mais fácil para o consumidor avaliar a própria capacidade de investimento. Assim, aumentam as chances de ele fazer investimentos de valores mais altos e em longo prazo.

Ao mesmo tempo, como a Taxa Selic influencia diretamente as taxas de juros cobradas pelos bancos nos empréstimos, a redução do índice melhora as condições de negociação para quem precisa financiar a aquisição de bens e de serviços.

Ora, isso significa que os dados da economia já não assustam quem precisa financiar a aquisição de um imóvel. Com os juros regulados pelo BC mais baixos, a tendência é de os bancos também reduzirem as taxas que cobram nos empréstimos que concedem, inclusive para o setor imobiliário.

Mais crédito no mercado

Acompanhando a queda da taxa de juros, mais duas boas notícias também prometem favorecer bastante os negócios no mercado imobiliário. Logo no início da ano, a Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou a retomada da linha de crédito Pró-Cotista, direcionada para os trabalhadores que optaram pela contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo a CEF, R$ 4 bilhões foram colocados à disposição dessa linha de crédito em 2018.

Ao mesmo tempo, o banco aumentou de 50% para 70% o limite de financiamento para imóveis usados.

Como resultado, é de se esperar que as demais instituições de crédito sigam pelo mesmo caminho, o que aumentará a disponibilidade de dinheiro para o mercado imobiliário. Dessa forma, as construtoras encontrarão condições favoráveis para novos lançamentos, devendo ocorrer um incremento também no mercado de imóveis usados.

A hora de comprar é agora

A queda da taxa de juros dos financiamentos cria uma boa condição para que o mercado imobiliário reaqueça, aumentando, assim, a demanda por imóveis de todos os tipos. Com maior demanda, é de se esperar que os preços também voltem a ser reajustados de acordo com índices mais expressivos do que aqueles utilizados nos últimos anos.

Publicidade

Vale considerar que, durante o período recessivo, se não houve uma desvalorização dos imóveis, certamente os índices de reajuste dos preços dos imóveis permaneceu em patamares bastante conservadores. Por exemplo, os preços médios dos imóveis em Belo Horizonte subiram 2% entre novembro de 2016 e novembro de 2017. Ou seja, a valorização foi menor do que a inflação de 2,94% registrada ao longo de todo o ano passado.

Contudo, essa situação deve ser alterada em virtude dos juros mais baixos e da maior disponibilidade de dinheiro para financiamentos. Portanto, enquanto os índices de reajustes não aumentam em função da maior demanda, o que deve ocorrer, o momento ainda é muito favorável para quem deseja comprar.

Estimule os seus clientes

Em função das dificuldades políticas e econômicas que o Brasil enfrentou nos últimos quatro anos e que ainda não se dissiparam completamente, é natural que muitas pessoas ainda estejam apreensivas com relação a fazer grandes investimentos. Entretanto, como vimos acima, existem ótimos motivos para que elas retomem a confiança no mercado e aproveitem o momento favorável para comprar imóveis.

Sendo assim, é importante que o corretor transmita essa confiança para os clientes, a fim de estimulá-los a realizar negócios. Nesse sentido, é conveniente alertar os clientes sobre a dinâmica do mercado imobiliário, que deve se tornar ainda mais intensa com a queda da taxa de juros, criando a perspectiva de aumento dos preços a médio prazo.

Promova os seus imóveis

O corretor também está diante de um momento extremamente favorável para promover os imóveis que tem em carteira. Portanto, é hora de aumentar a visibilidade, falando das ofertas em todas as ocasiões possíveis: nas conversas entre amigos, nas redes sociais e, sobretudo, por meio de anúncios que indiquem as boas oportunidades de investimento.

Nesse aspecto, o uso intensivo das ferramentas disponíveis na internet é uma ótima estratégia. Além do Facebook e de outras redes sociais, o corretor também deve se valer dos portais imobiliários e da parceria com as boas imobiliárias, aumentando, assim, as chances de surgirem compradores.

Seja realista

Porém, mesmo com todos os aspectos positivos que relatamos neste artigo e que, justificadamente, geram motivos para otimismo, não convém transmitir aos clientes ideias deturpadas sobre o momento, a fim de forçar um negócio. Ao contrário, é fundamental que eles tenham uma informação precisa e compatível com as reais condições de compra que apresentam.

Isso significa que o corretor deve auxiliar a clientela a pesquisar o mercado na busca pelas melhores taxas e também no entendimento das demais condições do crédito imobiliário. Afinal, o financiamento de um imóvel é um compromisso de longo prazo, que precisa ser assumido de maneira consciente, o que convém ser esclarecido pelo corretor de imóveis.  

Agora que você já tem informações suficientes sobre como a queda da taxa de juros pode te ajudar a vender mais, que tal assinar a nossa newsletter? Com isso, você sempre receberá as melhores informações sobre o mercado imobiliário, o que lhe permitirá prestar um serviço de alto nível para os seus cientes.

Publicidade

Publicidade

Sobre o autor

Rede Silvinho Ximenes

Baseada no Know how do empresário mineiro Silvinho Ximenes, referência reconhecida no mercado imobiliário nacional dentro de seus 50 anos de profissão, a Rede Silvinho Ximenes® já é reconhecida como uma das mais admiradas redes de imóveis, formada por corretores autônomos, full service do Brasil.

Deixar comentário.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Share This