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Ainda que receba influências de vários aspectos econômicos e políticos, como acontece em qualquer lugar do mundo, o mercado imobiliário em Belo Horizonte mantém uma dinâmica própria.

Afinal, a economia local e as demandas da cidade, bem como as ofertas de produtos existentes na capital, em grande medida, são fatores que influenciam bastante o setor de imóveis belo-horizontino.

Para que alcance um bom desempenho no exercício da profissão, é essencial que o corretor de imóveis consiga avaliar como está se comportando o mercado em que atua. Portanto, neste artigo você vai encontrar uma análise completa e descobrir se vale a pena ou não investir no mercado imobiliário em Belo Horizonte. Acompanhe!

O mercado imobiliário em Belo Horizonte nos últimos anos

O Brasil está vivendo um dos momentos mais significativos da sua história e está bastante claro que os vários fatos ocorridos nos últimos anos acarretaram sérias consequências para a economia nacional. Mas, em que medida tudo o que aconteceu no país recentemente afeta o mercado imobiliário em Belo Horizonte?

Como houve em todo o Brasil, a crise política e o período de recessão econômica forçaram para baixo o volume de negócios com imóveis na capital mineira. É preciso considerar que, da mesma forma que as regras do crédito imobiliário ficaram mais restritivas, a taxa de juros dos financiamentos se tornaram mais altos, dificultando a compra de imóveis.

Diante dessa situação, as construtoras reduziram bastante o número de lançamentos, o que também afetou o mercado de usados. Como consequência, se comparado ao desempenho em momentos mais saudáveis da economia, as imobiliárias passaram a fechar uma quantidade também menor de negócios o que, certamente, afetou o desempenho de grande parte dos corretores de imóveis.

Porém, é possível perceber que não houve risco de estagnação do mercado. Em lugar disso, o período foi de uma acomodação de preços e de negociações mais trabalhosas.

Mesmo assim, enquanto as crises política e econômica se desenrolavam, inúmeros negócios com imóveis foram concretizados na capital, dando uma clara demonstração do quanto o mercado imobiliário local é sólido. Com isso, agora que a economia já apresenta claros sinais de recuperação, a expectativa é que os corretores que atuam em Belo Horizonte se deparem com mais oportunidades de negócios e com maior facilidade nos fechamentos.

Demanda reprimida

Após a superação das dificuldades impostas pela recessão econômica, é de se esperar que o reaquecimento do mercado imobiliário da capital ocorra em espaço de tempo relativamente reduzido. A perspectiva é a recuperação acelerada em 2018.

Afinal, segundo os dados mais recentes da Fundação João Pinheiro, em 2015, a Região Metropolitana de Belo Horizonte apresentava um déficit habitacional de mais de 150 mil unidades — o maior da Região Sudeste brasileira. Isso significa a existência de uma enorme demanda que permaneceu reprimida enquanto a situação da economia estava desfavorável.

Considerando que os indícios de melhora do cenário econômico já são evidentes, a expectativa é o aumento do volume de negócios imobiliários na capital para os próximos meses, algo favorável para o corretor que atua na cidade.

Inflação controlada e taxa de juros baixa

De fato, o momento mais crítico da recessão já foi superado. Com a inflação controlada e a Taxa Selic reduzida para 7% ao ano, já não existem motivos para que os compradores de imóveis permaneçam arredios aos negócios.

Ao contrário, há uma tendência de flexibilização e de barateamento do crédito imobiliário que deve atrair os compradores. Um ótimo exemplo dessa nova situação está na retomada da linha de empréstimo imobiliário Pró-cotista, a qual passou a ser novamente ofertada pela Caixa Econômica Federal (CEF) em 2 de janeiro de 2018.

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Além disso, a CEF também anunciou a elevação do teto de financiamento dos imóveis usados de 50% para 70%. Tudo isso aumenta o movimento do mercado imobiliário de modo geral, com especial efeito sobre o mercado belo-horizontino e sua necessidade própria de expansão.

Realinhamento dos preços

O realinhamento dos preços de imóveis na capital ocorrido nos últimos anos também pode ser visto pelos corretores de imóveis como um fator positivo. Afinal, os valores mais baixos tendem a facilitar as negociações nos primeiros momentos de recuperação da economia e aumentam as chances dos negócios serem concretizados.

Mesmo sem representar uma desvalorização dos imóveis da cidade, os preços foram reajustados de maneira menos intensa, como resultado da acomodação do mercado à realidade econômica recessiva.

Por exemplo, de acordo com os dados do site Agente Imobiliário, o preço médio dos imóveis em Belo Horizonte aumentou apenas 2% entre novembro de 2016 e novembro de 2017. Ou seja, os reajustes de preços dos imóveis na capital permaneceram abaixo dos 2,94% registrados para a inflação do último ano, algo favorável a quem pretende comprar. Como há uma pressão menor dos preços sobre o mercado imobiliário belo-horizontino, as perspectivas de reaquecimento são ainda mais promissoras.

Mercado residencial de luxo

O mercado imobiliário em Belo Horizonte manteve uma característica importante ao longo do período recessivo. Mesmo com a desaceleração do volume de negócios em outros segmentos, as vendas de imóveis residenciais de luxo continuaram apresentando um ótimo desempenho e prometem permanecer assim nos próximos anos.

Claros exemplos dos bons resultados do segmento podem ser encontrados nos lançamentos de condomínios residenciais localizados em bairros da Região Centro-sul da cidade — como no Anchieta, na Savassi e no Luxemburgo. O mesmo pode ser dito dos lançamentos ocorridos na Região Metropolitana— como os vistos no bairro Vila da Serra, em Nova Lima.

Em edifícios bem localizados, que oferecem requinte e conforto, os apartamentos com áreas a partir de 180 m² continuaram com boa procura, mesmo durante a fase mais crítica da crise.

Imóveis compactos

Em outra direção, o segmento de apartamentos compactos com até 30 m² e os lofts com até 50 m² também prometem apresentar ótimo desempenho nos próximos meses. Essa tendência surge com força em Belo Horizonte em função da redução da oferta de terrenos nos bairros mais procurados da cidade e do aumento do número de pessoas solteiras e de casais sem filhos que procuram por imóveis práticos, confortáveis e bem localizados.

Com o mercado aquecido, as construtoras devem intensificar os lançamentos nesse segmento, aumentando as possibilidades de negócios para os corretores da capital.

Ou seja, diante de tudo o que vimos neste artigo e considerando que em qualquer época os imóveis representam um ótimo investimento, é fácil concluir que o mercado imobiliário em Belo Horizonte apresenta as melhores condições para que, já a partir de 2018, o corretor de imóveis encontre o sucesso que busca na profissão.

Para tanto, é claro, é necessário que o profissional se mantenha conectado com as melhores informações sobre o setor, o que certamente você receberá se seguir nossos posts no Facebook, Youtube, Google Plus, LinkedIn e Instagram.

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Sobre o autor

Rede Silvinho Ximenes

Baseada no Know how do empresário mineiro Silvinho Ximenes, referência reconhecida no mercado imobiliário nacional dentro de seus 50 anos de profissão, a Rede Silvinho Ximenes® já é reconhecida como uma das mais admiradas redes de imóveis, formada por corretores autônomos, full service do Brasil.

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