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A crise vivida nos últimos anos no país afetou diversos setores; com o mercado imobiliário de BH não foi diferente. Ainda assim, pesquisas apontam que certos tipos de imóveis em determinadas regiões já demonstram reaquecimento com o aumento de procura e oferta.

Ao que parece, o pior momento da economia já passou e a tendência é que, aos poucos, as vendas voltem a acontecer, ainda que não seja com o mesmo furor de outrora.

Neste artigo, elencamos as principais as tendências do mercado imobiliário de BH atualmente. Confira!

1. Aumento de vendas de alto luxo

Construtoras como a Caparaó, com seu residencial Albert Scharle no bairro Luxemburgo, ou a Pitchon, recém-chegada no mercado, com imóveis de 650m² em áreas de luxo da cidade, têm obtido resultados animadores em meio à crise.

O lançamento da Caparaó foi entregue com 60% das unidades vendidas e a Pitchon vai participar de seu primeiro lançamento na linha premium nesse segundo semestre de 2017. 

Por ter um público com alto poder aquisitivo que não sente a crise e consegue até mesmo se sobressair em meio às dificuldades financeiras, as construtoras, imobiliárias e corretores que investem nesse perfil têm se saído bem no momento atual.

2. Valorização na venda de imóveis comerciais

Outro fator que indica uma melhora no mercado, ainda que tímida, é a valorização de imóveis comerciais no centro e áreas nobres de Belo Horizonte. Geralmente, quando a crise chega, esses são os primeiros imóveis a se desvalorizarem. 

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Em bairros como Prado – com propriedades 45% mais valorizadas que no Centro, atualmente – Buritis, São Bento/Santa Lúcia e Lourdes, as salas e andares comerciais têm apresentado alta nos preços, um bom sinal para o mercado imobiliário da cidade.

3. Regiões mais valorizadas no mercado imobiliário de BH

Da mesma forma que os imóveis comerciais apresentaram elevação dos preços nas regiões nobres da cidade, os residenciais seguem a mesma tendência.

Na região Centro-Sul, onde encontramos bairros tradicionais e valorizados da cidade, como Santo Agostinho, São Pedro, Lourdes e Funcionários, a média do metro quadrado se manteve em torno dos R$ 7.162,00. Em meio à crise, esse preço pode ser considerado bastante bom em comparação a outras regiões.

Na região Norte da cidade, por outro lado, em bairros como Planalto e Vila Clóris, uma das áreas mais baratas de Belo Horizonte, o metro quadrado ficou em torno de R$ 4.091,00. 

4. Leve aumento no valor dos aluguéis

Uma pesquisa também apontou que os primeiros indícios de melhora no mercado imobiliário de BH podem também ser vistos no preço dos aluguéis.

No geral, as locações residenciais tiveram um aumento de 0,8%. Com os sinais positivos que o setor começa a demonstrar, podemos esperar que esse crescimento se sustente a partir de agora.

Já os imóveis comerciais, como salas e andares, apresentaram uma queda de 4,5% no valor dos aluguéis. Ou seja, esse cenário ainda exige cautela, lentamente apresentando melhora de forma geral.

Se você gostou de conhecer as principais tendências do mercado imobiliário de BH, não deixe de compartilhar este texto nas redes sociais! Muitos clientes e corretores ainda precisam entender o cenário atual para fazerem as melhores escolhas e negócios.

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Sobre o autor

Rede Silvinho Ximenes

Baseada no Know how do empresário mineiro Silvinho Ximenes, referência reconhecida no mercado imobiliário nacional dentro de seus 50 anos de profissão, a Rede Silvinho Ximenes® já é reconhecida como uma das mais admiradas redes de imóveis, formada por corretores autônomos, full service do Brasil.

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