Chegou o momento de falarmos sobre finanças. Este é um assunto delicado no meio da corretagem de imóveis, afinal, infelizmente, muitos profissionais da área encontram dificuldades para administrar bem o seu dinheiro, mesmo aqueles que possuem sucesso no ramo. As gordas comissões, na maioria dos casos, acabam sendo mal geridas pelos profissionais.

São muitos os fatores que levam os profissionais da área a encontrarem problemas financeiros. Em primeiro lugar, temos as questões mercadológicas: de uma hora para outra, os imóveis podem parar de vender, o que é um problema para o corretor. Além disso, existem as próprias questões pessoais, pois o corretor precisa ser disciplinado para controlar seus ganhos.

Para ajudar nossos leitores, resolvemos trazer, logo em seguida, algumas dicas de planejamento financeiro para corretores. Confira!

1. Conte com a tecnologia

A tecnologia é uma poderosa aliada para que o corretor consiga gerir suas finanças da melhor maneira possível. Existe uma série de aplicativos e softwares que pode ser utilizado na rotina diária do profissional da área, como o Evernote, por exemplo. Assim, ele pode acompanhar suas finanças a qualquer momento, com apenas uma ferramenta.

Investimentos, dados da conta bancária e até empréstimos contratados podem ser geridos pelo corretor. Assim, ele evita gastar mais do que tem e usa os seus recursos da maneira mais racional possível.

2. Realize investimentos financeiros

Sim, a área de corretagem de imóveis pode trazer muitos frutos para o profissional da área, mas acontece que viver de comissões não é a coisa mais segura e estável do mundo. O lado bom é que, com apenas uma venda, o profissional da área consegue arrecadar o suficiente para realizar uma boa aplicação financeira.

Publicidade

Não, não estamos falando de investimentos de alto risco, como em ações. Também não recomendamos a poupança. São muitos os investimentos que podem trazer um bom retorno para o corretor, como o CDB, a LCI e o Tesouro Direto, por exemplo. Todas as aplicações são conservadoras, mas possuem um excelente ROI (Return On Investiment).

3. Acompanhe índices econômicos

Mais do que qualquer outro vendedor, o corretor de imóveis deve acompanhar os índices econômicos. Afinal, um baque na economia do país, por exemplo, não afeta tanto os outros tipos de vendedores quanto o corretor — estamos falando de um mercado muito sensível, não é verdade?

Taxa SELIC, taxa de juros, PIB e até INPC, por exemplo, afetam diretamente a rotina do consumidor e, por esse motivo, devem ser acompanhados de perto pelo corretor. Avaliar a opinião de especialistas sobre esses índices também é uma boa ideia para se preparar para o futuro.

4. Faça uma gestão de custos

Por fim, é muito importante falarmos sobre este que é um dos principais pontos do planejamento financeiro para corretores. Iludidos pelas gordas comissões, muitos profissionais da área acabam gastando mais do que podem, sem o mínimo de planejamento. Saiu a venda de um imóvel de luxo? Que tal trocar o carro? Este é um dos pensamentos recorrentes.

O corretor precisa, acima de tudo, fazer uma boa gestão de custos. É preciso separar todos os custos variáveis, como aqueles ligados à produção (anúncios, cartório, entre outros), dos custos fixos, que não possuem relação com a produção (como aluguel) e que, portanto, são mais facilmente cortados.

Gostou do nosso sobre planejamento financeiro para corretores de imóveis? Então, que tal conferir as principais etapas de captação e atendimento ao cliente?

Publicidade

Publicidade

Sobre o autor

Rede Silvinho Ximenes

Baseada no Know how do empresário mineiro Silvinho Ximenes, referência reconhecida no mercado imobiliário nacional dentro de seus 50 anos de profissão, a Rede Silvinho Ximenes® já é reconhecida como uma das mais admiradas redes de imóveis, formada por corretores autônomos, full service do Brasil.

Deixar comentário.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Share This